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sexta-feira, 7 de julho de 2017

UM CARINHO QUE SALVOU VIDA


A vida continua interessante...
Uma aluna da escola onde trabalho, na hora da saída deixou a mãe voltou para me dar um beijo, neste exato momento uma moto em velocidade com uma patrulha da PM atrás também em velocidade, bate na moto os dois ocupantes caem e começa um tiroteio, só dá tempo de jogar as irmãs para dentro da porta junto com a mãe e fechar a porta, pegar o cadeado já mandando todas as crianças se jogarem ao chão.
 Fiquei apreensivo porque os bandidos estavam correndo em direção a nós, mais um deles foi atingido pelos policias antes de nos alcançar. Chamei o professor de capoeira e ficamos prendendo a porta para onde as crianças estavam não ser invadido. Momentos de tensão e muitas patrulhas da PM por toda parte. Voltando a normalidade aos poucos, soubemos que os meliantes vinham fazendo roubos desde o município vizinho, fugindo só parando com atitude eficaz da polícia, foi tenso mais. 
Em fim tudo transcorreu bem, não para os bandidos que atingidos foram presos e levados dali. Assisto e gosto muito de CSI (filme policial), confesso ter me visto em meio a um, inacreditável, somente o colo do meu AMOR quando chegou em casa pude parar de pensar:  como o ser quase humano pode fazer isso em nome de uns trocados de dinheiro, o amor passa longe e neste exato momento há pessoas querendo se dar bem passando os outros para trás, falando mal, espezinhando, maltratando deixando a demonstração de amor e carinho no fundo do baú.
 Vamos salvar vidas com beijos , carinho em demostração de amor verdadeiro.

LAMPEJOS POÉTICOS – ALCLEIR ALCANTARA – 11/04/2013

domingo, 2 de julho de 2017

ENCONTROS



Rio de janeiro 40 graus um corre/ corre total no centro da cidade e em plena  Largo da Carioca três mulheres conversando, cheguei educadamente falando: Posso beijar uma de vocês, com certo espanto viraram-se simultanea-mente, esperei um tabefe sonoro, mas pelo contrario um longo e gostoso abraço, daqueles que só o capixaba sabe dar e um beijo, era o passado voltando a mente em frações de segundos, encontrei agora não uma jovem (porque seria impossível) mais uma senhora, não à via aproximadamente 30 anos, Regina foi aquela menina que nunca Houve nada entre nós. Daquelas amizades inexplicáveis, ela jovem era a menina educada e linda mulata que todos suspiravam quando passavam e eu garboso por ter uma amiga como ela, não só pela beleza mas também pela inteligência, conversávamos de tudo horaS a fio e em qualquer lugar não tinha hora dia ou de noite, todos apostavam que iríamos ser namorados mais que nada, o respeito e os momentos de conversas duvido que algum namorado tinha tido. Psassado tantos anos lá estava ela uma senhora de idade guardando ainda os traços da beleza juvenil mais com o castigar dos anos que teimosamente chegam sem pedir licença, o tempo não bate a porta empurra arrombando, poderia ser mais sutil, que nada, mais delicado, mais generoso, para alguns só a sala cirúrgica que o diga, os seres "normais" os traços aparecem como encanto e ficamos encantadoramente lindos sabendo que vivemos e passamos uma época foi mágico, alertado da presença do passado  pela esposa  escolhida  de toda a minha vida, pois passei sem perceber voltamos e ganhamos um delicioso abraço, seguimos nossos caminhos só trocamos cumprimentos.
O dia ainda reservava encontros memoráveis e o passado chega sem medo agora em pleno Niterói ex capital do Estado do Rio de janeiro em um shopping, alertado outra vez ao descer a escada rolante em um café lá estava um amigo do passado com sua esposa todos de cabelos branquinhos e várias histórias a contar e ser contadas, mais beijos e abraços agora com um bate papo digno de ser registrados por câmeras, aproximadamente quarenta minutos de puras confidências dois casais e várias vidas, quisera eu que jovens de hoje vivesse 10% do que nós vivemos, podem até indagar e murmurar que os tempos são outros, digo sem titubear os homens são os mesmos com seus anseios e angustias, sempre à procura de algo não importando com a idade que os tenham, sempre caçamos, procuramos incansavelmente não sabendo por vezes o que estamos a procura, o casal Fontoura não os via à dez anos mais parece que foi ontem tal a alegria que o encontro proporcionava, mais tarde em outra oportunidade narro algumas aventura do passado que sempre serão atuais em nossas vidas, tudo isto em um só lindo dia de terça feira 25 de um fevereiro de 2014, semana de carnaval  na cidade maravilhosa ao sol de 40 graus.


ALCLEIR ALCANTARA – 27/02/2014 – Rio de Janeiro